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Filhos com medo: eles não estão sozinhos


Matéria do Portal Disney Babble

A maioria das crianças não escapa da fase em que começa a ter pavor de alguma situação. Mas os pais podem ajudar a turminha a enfrentar o drama

Todas as crianças vivenciam situações que as assustam. Geralmente, são medos bastante comuns entre os pequenos, como dos animais, do escuro, dos estranhos, da separação.

A lista pode ser extensa. A boa notícia é que a maioria desses temores desaparece à medida que a criança se sente mais segura consigo mesma e com seu redor.

“As crianças sentem medo porque elas são emocionalmente imaturas e inocentes, além de ter a imaginação fértil e não saber distinguir a realidade da fantasia com tanta eficiência como os adultos”, resume a psicóloga Triana Portal.

Se o medo, na verdade, é baseado no desconhecido, nada mais lógico que ele seja mais recorrente na criançada, que ainda está descobrindo o mundo. “Ter medo é normal e faz parte do desenvolvimento. Só quando se torna excessivo, temos o medo patológico, que demanda intervenção profissional e cuidados”, acrescenta a especialista.

Conheça alguns dos medos mais comuns dos pequenos e veja qual a melhor forma de os pais lidarem com eles:

1. Medo do escuro: se o pavor é fundamentado no que não conhecemos ou enxergamos, é aceitável que as crianças temam o escuro, principalmente a partir dos 2 a 3 anos. Triana sugere a instalação de uma pequena luz auxiliar no corredor da casa ou no próprio quarto da criança. Aliás, existem opções com formas de personagens de desenho, que vão tornar toda a situação bem mais divertida.

2. Medo de dormir sozinho: e, no meio da noite, lá está seu filho ou filha se infiltrando no meio da coberta dos pais porque não quer mais dormir sozinho. A psicóloga recomenda que os adultos levem a criança de volta para o quarto dela e fiquem ali até que se acalme e pegue no sono. Ler uma história e deixar a boneca ou brinquedo favorito para dormir junto também são boas alternativas.

3. Medo de médicos e dentistas: a melhor postura é conversar com a criança antes das consultas, explicando o que vai acontecer. Triana indica encenar a consulta com uma boneca ou bichinho de pelúcia e fazer combinados, caso a criança se comporte direitinho por lá. “Muitos pais levam as crianças de surpresa ao dentista, mentindo que estavam indo ao shopping, o que gera uma tremenda confusão na cabeça da criança. Transparência e negociação são o melhor caminho”, explica.

4. Medo de perder a atenção dos pais: isso acontece, principalmente, quando os pais estão se separando. Por menor que seja a criança, é fundamental ter uma conversa sincera com ela. “A comunicação é importante e deve ser feita num linguajar adequado para a idade do filho, de forma simples e direta”, avalia Triana.

5. Medo de morrer: por volta dos 6 ou 7 anos, a criança já tem uma noção mais clara da morte, especialmente se já perdeu alguém próximo ou mesmo um bichinho de estimação. Nesse caso, vale manter uma conversa sincera com ela, explicando que a morte é algo natural, mas que ainda é muito jovem para se preocupar com isso. Dependendo da crença da família, também é possível compartilhá-la neste momento, mas de forma muito leve e descomplicada, para que a criança entenda e se acalme.

Maneiras de ajudar a controlar o medo

Além das ações pontuais sugeridas pela especialista, veja algumas recomendações que podem ajudar a criança aprender a controlar seus medos:

  • Ensine-a a manter a calma diante de situações que a assusta, explicando que deve respirar fundo e pensar se aquilo que está acontecendo é realmente uma ameaça.

  • Explique como funcionam as situações. O saber diminui a angústia.

  • Controle seus próprios medos e tente não passá-los para frente à criança.

  • Conte histórias de crianças que tinham medo e como resolveram a situação. Isso dará ferramentas para que ela consiga enfrentar seus próprios receios.

  • Não pressione seu filho a superar imediatamente seus medos. Cada um tem seu tempo.

  • Não subestime os medos, nem tente convencer a criança que o que está sentindo é infundado. Para ela, seus medos são reais e o que precisa é de segurança e acompanhamento para superá-los.

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