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Asma e bronquite são a mesma coisa?


Matéria do portal da Chris Flores

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Basta o inverno chegar e as salas dos prontos-socorros ficam ainda mais lotadas. Pacientes espirrando, com febre, infecção de garganta. E não é a toa. Com as temperaturas mais baixas, as pessoas tendem a ficar em locais fechados e muitas vezes aglomerados. O resultado é que vírus e bactérias acabam circulando livremente e com mais facilidade e aí, não tem jeito. Quem estiver com a imunidade baixa acaba mesmo ficando doente.

Uma doença que aparece com mais frequência durante as estações frias é a asma, que acaba sendo desencadeada por quadros de alergia. A alergologista Lelia Josuá esclarece algumas dúvidas sobre a asma a seguir:

Asma e bronquite são a mesma coisa?

Asma e bronquite são a mesma coisa. O nome correto da doença é asma brônquica, mas como esse nome provavelmente assusta um pouco, os leigos chamam de “bronquite”, que seria uma espécie de apelido.

Quais os sintomas?

Os sintomas da asma são: falta de ar, tosse, chiado no peito e secreção clara.

Quais os riscos para as crianças e bebês?

A asma, quando não tratada corretamente, pode levar a óbito. É importante que, na primeira suspeita, entre em contato com um especialista e faça um tratamento preventivo.

Dá para prevenir?

Sim, dá para prevenir. A asma é uma doença crônica, uma inflamação crônica dos brônquios no qual a alergia é um dos fatores que a descompensa. Hoje em dia existe uma série de medicamentos que agem nessa inflamação, mantendo os brônquios estáveis. Também é importante o tratamento alérgico para evitar as exacerbações.

Como tratar?

O tratamento alérgico é feito com imunoterapia (vacinas), que são aplicadas no paciente e faz com que ele crie “resistência” a aquilo que é alérgico. Associado às vacinas, fazemos também tratamento com medicações preventivas (boncodilatadores de longa duração, corticoide inalatório, montelucaste disódico, xantinas).

Alguma dica ou recomendação especial?

A principal recomendação é que não demore para procurar um especialista, pois o paciente se acostuma com a deficiência respiratória e quando ele se der por conta, pode ser muito tarde.

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