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Oito em cada 100 crianças sofre de alergia alimentar


Matéria do Portal da Chris Flores

Leite de vaca, trigo, ovos e corantes estão entre os alimentos que mais causam reações

Os números de incidência das alergias alimentares chama a atenção. Elas atingem de 6 a 8% das crianças abaixo de 3 anos e até 3% dos adultos. Entre os alimentos que mais causam a alergia alimentar estão o leite de vaca, ovos, peixes, frutos do mar, trigo, nozes, amendoim, soja, cacau (chocolate), carne de porco e corantes. O diagnóstico de alergia pode ser feito por meio de testes alérgicos, sanguíneos e cutâneos.

É importante destacar que a alergia alimentar pode ser facilmente confundida com intoxicação ou intolerância alimentar.

“A intoxicação ou intolerância ao alimento ocorre quando o organismo não produz ou produz em pequena quantidade, a enzima gerada pela digestão desse alimento. Já a alergia ocorre quando o organismo não reconhece alguns tipos de proteína presentes no alimento e é considerado pelo nosso sistema imunológico como um agente agressor”, explica a Dra. Lelia Josuá, médica especialista em alergologia e pneumologia.

A alergia alimentar é altamente incomodativa, pois provoca o aparecimento de lesões na pele com muita coceira, diarreia intensa e mal-estar. Dependendo da crise, evolui com edema de glote e pode até ser fatal. Por isso, o tratamento das alergias alimentares é fundamental. A principal maneira de tratar é a dieta e o afastamento do agente causal, assim, com o tempo, a pessoa pode criar resistência àquela proteína e voltar a comer o alimento.

“Quem tem alérgico em casa, deve analisar todos os alimentos com cuidado antes de comprar, pois em alguns alimentos encontra-se traços de leite, de trigo, entre outros alimentos altamente alérgenos”, destaca a especialista.

Uma decisão da Anvisa determinou que os fabricantes estão obrigados a colocar de maneira fácil e legível toda a composição dos alimentos nas embalagens de produtos industrializados e, em destaque, quando há a presença dos principais agentes causadores da alergia alimentar.

É indicado que o alérgico tenha sempre um anti-histamínico consigo, prescrito por um especialista para casos de emergência.

"O ideal é encaminhar o alérgico o mais rápido possível para um pronto atendimento se ele tiver contato com um dos alimentos alérgenos. Em caso de crianças alérgicas, é importante que elas sempre saiam de casa com orientações dos pais quanto a o tipo de alimentação que devem fazer", conclui a Dra. Lelia Josuá.

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