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Mulheres, salvem seus úteros!


Dr. Claudio Basbaum, ginecologista e obstetra, defende campanha por maior respeito às mulheres

"Deus perdoa sempre, os homens algumas vezes, a natureza, porém, não perdoa nunca'' da filosofia chinesa. É preciso repensar, dentro de novos princípios, a maior autonomia da mulher sobre seu corpo e seus direitos reprodutivos, dando a elas maiores informações e acesso prático aos avanços científicos e tecnológicos que ocorreram nos últimos anos.

No meu tempo de aluno da faculdade de medicina, apregoava-se que o útero era um órgão que só servia para gerar crianças e desenvolver câncer.

Essa atitude simplista, depreciativa e coercitiva sobre o órgão matriz é irracional e perversa. Todos os órgãos do corpo humano trabalham em sintonia e harmonia, e o útero não se constitui exceção.

Depois da cesariana, a remoção do útero é a cirurgia mais realizada em nosso meio. Nos EUA, esse procedimento é seis vezes maior que em outros países industrializados, chegando-se a uma estatística gritante: cerca de 800 mil mulheres perdem seus úteros por ano.

Importante relato publicado no "New England Journal Of Medicine'', em março de 1993, atribui essa situação dramática à “falta de conhecimento dos profissionais por tratamentos alternativos''.

No Brasil, considerando-se as devidas proporções, os números não são diferentes. Embora não haja estatísticas precisas, o volume de histerectomias é de 300 mil a 400 mil por ano, com taxa de mortalidade variando de 1 a 2 por mil cirurgias.

Mais de um terço dos gastos do Ministério da Saúde tem sido com internações de mulheres na rede hospitalar para tratamento de doenças genito-urinárias (cinco vezes mais do que se gasta com os homens). Grande parte desses recursos seria poupada por meio de ações educativas, que evitariam muitos tratamentos e cirurgias desnecessárias, cujos efeitos deletérios têm sido tão mal avaliados.

Chegamos à era da cirurgia do respeito, da cirurgia preservacionista, mini-invasiva, ecológica e que pretende, a todo custo, conservar o "poço da fertilidade da mulher'', alcançado pela videocirurgia. Trata-se de recurso avançado, que utiliza uma minicâmera acoplada a um sistema óptico.

Com esse "espião eletrônico'', obtemos uma visão panorâmica, por meio de um monitor, de todos os órgãos do abdômen e as eventuais moléstias existentes. Assim, pode-se proceder a intervenções cirúrgicas de maneira eficiente, menos traumática, mais conservadora e de resultados cosméticos incomparáveis.

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