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Amores que começam em grandes eventos ou festividades podem ser duradouros?



Rio - O clima de festa durante a realização dos grandes eventos internacionais favorece a paixão entre estrangeiros. E a paixão pode virar amor. Há quem duvide, mas o argentino Andres Gordon, 35 anos, e a brasileira Sabrina Jotta, 34, estão aí para comprovar. Eles se conheceram na Copa de 2014 e estão juntos até hoje. Na Olimpíada, a divergência entre eles se restringe às disputas dos Jogos.

E mesmo com a rivalidade já conhecida entre as duas torcidas, o casal jura que isto não causa brigas entre os dois. Fora da Olimpíada, ela é torcedora do Flamengo e ele, do San Lorenzo. Especialistas garantem, no entanto, que casos assim são raros, mas não impossíveis: os ‘amassos’ despretensiosos tendem a acabar depois de passada a magia da competição. “Normalmente, esses romances finalizam juntamente com os eventos. São os ‘romances de verão’, ou seja, relações passageiras”, comenta o psicólogo Alessandro Vianna.

A universitária Mayara Azevedo, de 26 anos, conheceu um uruguaio na Copa. Em uma roda de samba na Lapa, conversaram sobre música após uma vitória da seleção uruguaia. “Nos afastamos naturalmente. Quando ele estava aqui no Rio, o clima era diferente: ele estava de férias, eu também. Depois a ‘vida real’ volta e tem a distância e que é difícil de driblar”, comenta.

Emoção é contagiante nos eventos E o que explica tanta pegação em época de megaeventos? O psicólogo Alessandro Vianna atribui ao ambiente festivo e comemorativo. Isso porque as pessoas estão com menos obrigações, mais relaxadas, excitadas e felizes. “Um momento como esse acaba propiciando uma motivação extra para conhecer pessoas, se relacionar”, explica.

Para a professora Terezinha Féres-Carneiro, do Departamento de Psicologia da PUC-Rio, o clima de paquera também está mais ligado ao próprio ambiente do que a uma atração por pessoas de nacionalidades e características físicas diferentes. “O clima festivo contagia as pessoas e elas ficam mais propensas a se abrirem e a se envolverem com outras”, comenta.

Sem pressão ou controle Os dois psicólogos destacam a importância de não perder o contato presencial, caso seja mantido um namoro à distância. “Na medida do possível”, pondera Terezinha. “Afinal, quem não quer um colo para se deitar?”, questiona Vianna. Ele dá dicas para quem pretende se aventurar em relacionamento do tipo. “É preciso tomar cuidado para não sufocar ou controlar o parceiro. Isso gerará pressão e brigas. Manter sua rotina, independente do outro, e não parar sua vida em virtude da distância é essencial.”

Com reportagem de Marlos Bittencourt e do estagiário Caio Sartori


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