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Perdeu o emprego? Cuidado com a depressão


Crédito da foto: Chris Flores

Na semana passada, a notícia de que uma família inteira foi encontrada morta em seu apartamento na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, chocou a sociedade. Segundo as investigações apontam até o momento, o empresário Nabor Coutinho teria matado a mulher e os dois filhos pequenos e cometido suicídio em seguida. O motivo? Uma carta supostamente deixada por ele indica que Coutinho estaria desesperado pela falta de condições financeiras para sustentar a família. Ainda segundo as investigações da polícia, ele vinha sofrendo de problemas para dormir, irritação e dificuldades para se alimentar.


O Brasil já tem mais de 11 milhões de desempregados e a reação à perda do emprego pode suscitar diferentes reações no indivíduo. A depressão pode estar sujeita a experiência de vida, do modo de pensar e da forma como o indivíduo encara as adversidades. Existem alguns agravantes que contribuem para acelerar o processo depressivo, como o tempo de trabalho no antigo emprego e o efeito surpresa.


Sentimentos após o desemprego

“Quando o desemprego acontece, o medo, a vergonha, a culpa e até a sensação de perda de identidade pessoal podem assaltar quem se vê obrigado a iniciar uma nova etapa profissional e social”, explica o psicólogo clínico e coaching, Alessandro Vianna.


O preconceito em relação à doença e o desconhecimento popular sobre ela também dificultam o diagnóstico e o tratamento correto da depressão, porque atribuem ao doente a fama de preguiçoso, encostado, quando na verdade ele está sofrendo com os sintomas da doença.


Um estudo recente financiado pela Universidade de Zurique concluiu que o desemprego é a causa de um em cada cinco suicídios no mundo. Este foi o resultado de uma análise feita com base nos dados da Organização Mundial da Saúde. Um levantamento dos óbitos registrados de 2000 a 2011, em 63 países revelou que 45 mil suicídios estavam relacionados ao desemprego, ou 20% do total de 233 mil suicídios registrados no período. Os pesquisadores identificaram um aumento de casos durante a crise econômica mundial de 2008, por exemplo.


Sinais de depressão

O psicólogo Alessandro Vianna alerta que é preciso estar atento ao sinais da doenças e que nestes momentos de crise no emprego são os homens que mais sofrem com a depressão. “Para os homens que ainda carregam o esteriótipo de provedor, a depressão como consequência, infelizmente é quase um caminho certo”, conclui.


Ansiedade, agitação, mau humor, choro excessivo, irritabilidade, isolamento social, excesso ou ausência de sono, falta de concentração, pensamentos suicidas, fadiga, fome excessiva, ganho ou perda de peso e abuso de substâncias, como álcool, por exemplo podem indicar depressão.


Atenção!

A depressão é uma doença silenciosa e deve ser diagnosticada e tratada corretamente.

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