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Folha de São Paulo fala sobre como deixar sua casa mais segura


Em 2015, o Ministério da Saúde registrou apenas na rede pública a morte de 557 crianças e 1.500 idosos vítimas de acidentes domésticos no país. Para os pequenos, o principal risco é o afogamento. No caso dos mais velhos, é a queda. A maioria das ocorrências poderiam ter sido evitadas com medidas preventivas, segundo especialistas.

"Os pais acham a segurança exagero, excesso", diz Gabriela Guida de Freitas, coordenadora no Brasil da organização Safe Kids Worldwide. Segundo ela, além do olhar atento, os pais não podem abrir mão de colocar redes nas janelas, cercar piscinas, limitar o acesso à escada e à cozinha e guardar produtos de limpeza no alto.

A habilidade das crianças de reconhecer perigos é pequena, de acordo com o neurocirurgião Adriano Scaff. Segundo ele, a cozinha exige atenção redobrada, já que são frequentes queimaduras, cortes, choques elétricos e ingestão de venenos e medicamentos deixados à mostra.

O crescimento da população idosa, outro grupo de risco, aumenta a preocupação com a ocorrência de mais acidentes domésticos.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015 o país tinha cerca de 16 milhões de idosos. Mas a estimativa é que em 2060 o número chegue a 56 milhões. E, segundo números do Sistema Único de Saúde, 75% das lesões traumáticas em idosos acontecem dentro de casa.

O motivo é que geralmente o idoso perde reflexos e força muscular, aumentando chances de tropeços e escorregões. "Como os ossos estão mais fracos, fraturas e hematomas, inclusive cerebrais, são mais graves do que nos mais jovens", explica Scaff.

As quedas, acidentes mais comuns nessa fase da vida, costumam fraturar o colo do fêmur, joelho, coluna, quadril e bacia, e acontecem principalmente no banheiro, na cozinha e em escadas, segundo o neurocirurgião.

Jovens e adultos também não estão livres de riscos. "Atendo muitos adultos que caíram de escadas, bateram a cabeça em portas de vidro ou mergulharam em piscina rasa, em especial depois de ingerir álcool, e fraturaram a coluna ou tiveram lesões na cabeça", diz o médico.

Verificar essas e outras medidas de segurança doméstica é o trabalho do advogado Alfredo Júnior, 47. Sua empresa, a Casa Exata Vistorias, mede os riscos antes da locação e compra de imóveis.

"Verificamos, por exemplo, se na sacada a construtora colocou vidro comum. Ele é inadequado, porque estilhaça e pode cortar. O ideal é o vidro temperado."

Ele observa também se há vazamento de água ou rachaduras, se o gás encanado está bem instalado e se a piscina tem proteção, além da qualidade de janelas, portas e pisos. "A prevenção começa antes mesmo de a família entrar no imóvel", diz Júnior.

Veja a matéria completa no site Folha de São Paulo.


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