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Vitamina D: saiba qual é a dose certa para obter todos os benefícios


Como a maioria das vitaminas e minerais, o corpo humano não consegue reter um excedente de vitamina D (mesmo depois de umas férias de verão particularmente ensolaradas). Os alertas sobre a deficiência desse hormônio são tantos, que muita gente até se propõe a investir em um cardápio com suplementos alimentares, mesmo sem saber exatamente qual é a dose diária necessária para nosso organismo! E vale avisar que a carência gera raquitismo nas crianças e osteoporose nos adultos – já o excesso pode causar até câncer, viu?

Afinal, o que é vitamina D?

Rodrigo Mendes, endocrinologista da All Clinik, explica que, embora seja chamada de vitamina, trata-se de um pré-hormônio. “Ela atua junto à outros hormônios como importante reguladora do cálcio e do metabolismo ósseo”, explica ele. "Ela é um precursor de um hormônio esteroide e afeta a estrutura esquelética, além da pressão sanguínea, imunidade, humor, função cerebral e tem a capacidade de nos proteger do câncer", completa a médica ortomolecular Sara Bragança.

O corpo produz a vitamina D a partir da conversão da luz do sol em substâncias químicas. “Quando raios solares UV-B atingem a pele, uma substância chamada 7-desidrocolesterol (tipo de colesterol da nossa pele) a converte, sendo que primeiro ela segue para os rins e fígado e depois se transforma numa substância biologicamente ativa e utilizável chamada calcitriol”, explica Sara.

A dose certa

Segundo a dermatologista Denise Steiner, a dosagem abaixo de 20 ng /mL é considerada insuficiente e, acima disso, normal. Para chegar nesse número, é preciso um consumo de 1000 UI por dia, traduzindo, 25 a 100 microgramas. Para grupos com fatores de risco – idosos, gestantes e pessoas com doenças clínicas específicas, como raquitismo, osteoporose, doenças inflamatórias, autoimunes, renal crônica e síndromes de má absorção –, indica-se 30 e 60 ng/mL.

Agora, se o consumo for acima de 100 ng/mL, há risco de toxicidade e hipercalcemia (ui!), ou seja, nível elevado de cálcio no sangue. Vale ressaltar que essa é a desordem metabólica mais comum associada ao câncer, ocorrendo entre 10% a 20% dos pacientes. Por isso, recomenda-se que se conheçam os níveis individuais de vitamina D. “A reposição oral deve ser feita com acompanhamento médico caso seja necessário”, alerta Rodrigo.

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