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6 Coisas que você precisa saber sobre melasma





Essas manchas amarronzadas que surgem na pele incomodam bastante, mas o problema tem solução. Confira as orientações do especialista sobre as causas e também os melhores tratamentos.



De modo geral, problemas de pele afetam a qualidade de vida das pessoas. E o melasma é uma das principais queixas, pois provoca manchas escuras no rosto, sobretudo em regiões como testa, bochechas, queixo e nariz. “Apesar de menos comum, as manchas também podem aparecer em outras áreas expostas ao sol, como colo e braços”, completa o dermatologista Cristiano Kakihara, de São Paulo (SP). Com a ajuda do médico, listamos abaixo detalhes sobre o melasma que vale a pena saber. Confira:


1- O que é o melasma e porquê ele aparece?

“Trata-se de uma disfunção na pigmentação da pele devido à produção excessiva de melanina, pigmento este que promove a cor”, resume o dermatologista. E dá para dividi-la em três categorias: epidérmica, quando acomete somente a camada mais superficial da pele; dérmica, com ocorrência das manchas na derme superficial e profunda; e, por fim, a forma mista, caracterizada por surgimento das marcas na epiderme e derme. “Determinar o tipo é essencial para o tratamento”, pondera o médico. Segundo ele, as mulheres entre 25 e 40 anos são as mais afetadas. Nos homens a incidência é de apenas 10% dos casos. Pessoas de pele morena e negra, além de asiáticos e latinos, têm maior predisposição a desenvolver melasma.



2- Como é feito o diagnóstico?

No primeiro sinal ao aparecimento de manchas na pele, procure um dermatologista. Somente este profissional poderá dar todas as possíveis orientações. “É necessário observar também se o paciente relata coceira ou ferida na região. No caso do melasma, isso geralmente não acontece”, frisa Kakihara.



3- Toda grávida vai ter melasma?

Não, já que a gravidez não é a única causa responsável pelo surgimento das manchas. Na verdade, múltiplos gatilhos são decisivos para o surgimento do quadro. “Ocorre que, durante a gestação, os hormônios produzidos pela placenta estimulam a hiperpigmentação da pele”, aponta o dermatologista. Por isso, aproximadamente 70% das mulheres com predisposição para o melasma identificam as primeiras manchas durante essa fase da vida. “Se associarmos um quadro de predisposição a uma exposição excessiva aos raios solares, a probabilidade de surgimento das manchas aumenta”, acrescenta o especialista, que destaca também que as luzes artificiais de ambientes fechados e de dispositivos eletrônicos, como celulares e tablets, também contribuem para o aparecimento das manchas. "Por isto, usar protetor precisa ser um hábito diário”, reforça o dermatologista.



4. Quais os tratamentos disponíveis hoje em dia?

De acordo com Cristiano, hoje, o mais comum é associar terapias. O uso de medicações tópicas (“cremes”) e orais, combinado com aplicação de tecnologias, oferece resultados consistentes e muito bons. O LASER de picossegundos é uma destas mais eficazes armas terapêuticas.



5. O estresse contribui para o aparecimento das manchas?

Sabe aquele ditado "estou com os nervos à flor da pele"? Ele parece abrir as portas para o surgimento do melasma. Isto ocorre porque "a tensão proporciona um estresse oxidativo no organismo e pode agravar o quadro de modo geral. Portanto, levar uma vida sem qualidade acaba por favorecer o aparecimento das manchas", considera o profissional.



6. Melasma tem cura?

Embora os tratamentos sejam eficazes no manejo das manchas, infelizmente, não dá para falar em resolução definitiva do quadro. “Mas é possível controlar o melasma. É totalmente possível levar uma vida normal”, tranquiliza Kakihara, que acrescenta ainda que “no inverno, a incidência dos raios é menor, mas ainda assim estamos expostos à radiação. E não só do sol, como também das luzes artificiais”. Então, já sabe: nessa época mais fria, nada de esquecer do protetor solar", completa o médico. Para o dermatologista, o mais importante é aplicar o protetor solar, com especial atenção em áreas como rosto, pescoço, colo e mãos, que são as menos protegidas pelas roupas, e reaplicar o produto a cada 2 horas; desta forma, é possível estar com a pele mais protegida para evitar o problema.


Sobre Dr. Cristiano Kakihara Cristiano Kakihara

é membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia; cursou pós-graduação no Departamento de Dermatologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo; é médico dermatologista da Clínica Letícia Nanci e responsável técnico da Clínica Kakihara, ambas em São Paulo (SP).


Saiba mais em: https://www.clinicakakihara.com/





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