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A reinvenção na Pandemia: histórias de superação em meio ao caos

Como a tragédia sanitária se transformou numa oportunidade de virada nos negócios e reposicionamento de mercado




Quando a Pandemia da Covid-19 se espalhou com a velocidade de um furacão colocou à prova a capacidade de gestão de governos e empresas privadas.


Foram vária fases desde o primeiro caso registrado na China. Quando o vírus estava restrito à região do mercado de Wuhan era um problema doméstico, quando bateu nas portas da Europa chamou a atenção pela velocidade com que se disseminava e o rastro de mortes que ia deixando pelo caminho.


Quando a OMS - Organização Mundial da Saúde - decretou a Pandemia, a entidade já havia perdido o controle da situação e não conseguia dar as respostas que, àquela altura,

definiriam a própria existência da humanidade. Apocalíptico? exagerado? nada, absolutamente nada, dava pistas do que poderia vir a acontecer. 


Com as populações refugiadas em casa e a economia global estagnada, parecia que o melhor

a fazer era esperar, torcer e não sair de casa. No Brasil, todos os setores foram afetados.

 

Contratos foram suspensos e houve um calote generalizado. Quem ainda teve margem de negociação pode respirar um pouco. Mas logo a quebradeira de empresas se espalhou na mesma velocidade do Coronavírus.


Mais uma vez o ser humano demonstrou sua incrível capacidade de adaptação às adversidades. E o senso criativo logo permitiu que pipocassem iniciativas que davam esperança para a retomada da capacidade produtiva, mesmo em meio às restrições de mobilidade. Para as empresas era hora de acordar e também buscar a adaptação.

Aqui no Brasil, logo surgiram as boas iniciativas. Uma delas foi o Missão Covid: médicos, que naquele momento não estavam na linha de frente e tampouco podiam usar seus consultórios, se uniram para prestar um importante serviço de saúde pública. Eles criaram um  modelo de atendimento, via telemedicina, que permitia fazer a triagem de casos à distância e impedir a superlotação das unidades de emergência, e, por consequência, evitar que pessoas se expusessem ao vírus desnecessariamente.



Para o mercado, iniciativas como a dos médicos sinalizavam que era preciso se mexer, mesmo dentro de casa. Logo o Home-Office ganhou espaço. Graças à tecnologia das plataformas de videoconferência foi possível gerenciar equipes e manter as atividades sem infringir as regras de isolamento social. O mundo se ajustava à sua nova realidade e as empresas iniciavam um processo de reinvenção que não pararia mais.


A logística das empresas de entrega deram fôlego para que setores de alimentos e gêneros de primeira necessidade pudessem se recuperar. Depois vieram o de eletrodomésticos, imóveis e

logo todos os setores enxergaram oportunidades na crise. Era hora de se reposicionar no mercado. "nós vimos que se ficássemos parados não teríamos qualquer chance de retomada quando todo esse pesadelo terminasse então resolvemos arregaçar as mangas e começar a virar o jogo", conta a empresária Patricia Limeira, sócia-fundadora da Ageimagem Comunicação.


A empresa manteve os empregos, apesar de ser obrigada a reduzir os salários, e fez o dever de casa. Criou uma nova identidade visual, reformulou todo o conceito das suas mídias digitais e

criou novas plataformas digitais. Os clientes que se mantiveram fieis durante o período mais difícil da Pandemia também se beneficiaram. A clínica Fertipraxis viu crescer a sua presença on-line e, em meio à pandemia, assumiu o primeiro lugar na busca orgânica para clínicas de reprodução na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. 


O projeto Missão Covid ganhou asas e se tornou uma referência mundial no combate à pandemia. "O importante foi que cumprimos a nossa meta e nos reinventamos em meio ao caos. Aprendemos muito nessa crise e vamos sair dela maiores e melhores", finaliza Patricia Limeira.  



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