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Cresce a busca por tratamentos de reprodução assistida no Brasil

Mesmo com a pandemia o número de tratamentos aumentou em 11%, assim como a individualização de cada tratamento e a humanização dos processos. Especialistas da Clínica Fertipraxis explicam




O 13º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio), produzido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, mostra que o número de procedimentos de reprodução assistida continua a crescer no Brasil, em mais um ano consecutivo. O relatório mais recente foi publicado no final de maio deste ano e traz os dados mais atualizados da pesquisa, realizada ao longo do ano de 2019.


“Os números traduzem uma realidade que acompanhamos no dia a dia no consultório. A reprodução humana assistida passou a ser cada dia mais presente na vida de casais que, sem sucesso nas tentativas naturais, recorrem aos especialistas para identificar problemas, trata-los e dar continuidade na realização do sonho da gravidez”, aponta Dr.ª Maria do Carmo Borges.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), casais que não usam métodos contraceptivos durante 12 meses e não conseguem engravidar podem ser inférteis. E de acordo com a organização, só no Brasil são 8 milhões de pessoas. Em 2019 o número de fertilizações aumentou 2% e no ano anterior o aumento foi maior que 18%. Ainda de acordo com estes dados o protagonismo brasileiro em relação aos procedimentos apontam o crescimento da confiança das pessoas nas técnicas de reprodução assistida. A média da taxa de fertilização in vitro (FIV) nos bancos de células e tecidos germinativos (BCTG) do país atingiu o percentual de 76%, um padrão elevado diante do cenário médio internacional, que exige resultados acima de 65%.


“A média de fertilização nesse patamar mostra que a qualidade e efetividade dos tratamentos só cresce. Isso representa o trabalho sério desenvolvido por todos os profissionais do setor, que se aperfeiçoam e buscam o que há de mais moderno sempre”, explica Dr. Roberto Antunes. "Outro aspecto importante, é a busca pela humanização do tratamento, com apoio de equipe multidisciplinar, atendimento via telemedicina e apoio integral aos pacientes. "Temos que pensar que a carga emocional das terapias para infertilidade é bastante intensa. Alguns casais conseguem enfrentar bem, mas com ajuda externa e humanização das etapas, o impacto é muito positivo", destaca o especialista.


Reprodução Assistida e COVID


Com a evolução da pandemia de COVID 19, os tratamentos de reprodução que haviam sido interrompidos, por orientação da ANVISA e dos órgãos de saúde voltaram a ser realizados, analisando cada caso individualmente. O último boletim do órgão regulador deixa a critério dos especialistas a definição sobre a continuidade imediata dos tratamentos. Isso porque, quando se fala em fertilidade, o tempo termina sendo um inimigo. “Há casos em que é possível programar e postergar. É o exemplo de casais que acabaram de identificar infertilidade, estão começando a investigar as causas, mas são, de modo geral, pessoas ainda jovens. Mas em outros casos, especialmente quando a mulher já passou dos 35 anos, o risco de postergar o tratamento é muito alto. O mesmo vale para casos em que se descobre uma doença como um câncer, por exemplo”, finaliza Dr. Marcelo Marinho.


Sobre Dra. Maria do Carmo Borges de Souza

Graduada em Medicina com Mestrado e Doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora da UFRJ e Livre - Docente pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Presidente da REDLARA - Rede Latino Americana de Reprodução Assistida. É membro da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia - ESHRE; Membro do Conselho Consultivo da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida - SBRA; Diretora da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro e Diretora Médica da FERTIPRAXIS Centro de Reprodução Humana.


Sobre Dr. Roberto de Azevedo Antunes

Graduado em Medicina com Especialização em Reprodução Assistida e Endoscopia Ginecológica. Mestre em Ciências da Saúde, com ênfase em Fisiologia endócrina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É Diretor Médico da FERTIPRAXIS Centro de Reprodução Humana, Diretor da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro e Diretor da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida- SBRA.


Sobre Dr. Marcelo Marinho de Souza

Graduado em Medicina com Mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Diretor Médico da FERTIPRAXIS Centro de Reprodução Humana, especialista em Reprodução Humana com títulos pela Rede Latino Americana de Reprodução Humana (REDLARA) e Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). É membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e da European Society of Human Reproduction and Embriology (ESHRE).


Sobre a FERTIPRAXIS Centro de Reprodução Humana - http://www.fertipraxis.com.br

A Clínica FERTIPRAXIS é certificada pela Rede Latino-americana de Reprodução Assistida por cumprir com eficiência as normas de controle de qualidade requeridas para todos os procedimentos. As instalações modernas são equipadas com recursos de alta tecnologia para manipulação e criopreservação de gametas e embriões, garantindo segurança no manuseio das amostras biológicas. Junto à tecnologia, o acolhimento aos pacientes é objetivo primordial.  Os profissionais que atuam na clínica, médicos especialistas, embriologistas,  enfermagem e psicóloga, utilizam as mais avançadas técnicas de reprodução assistida para atender, orientar e tratar da forma mais adequada as pessoas que querem engravidar.

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