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Saúde de mãe: como manter o controle emocional e se relacionar bem com a família

Atualizado: Mar 14



Em artigo publicado no portal Papo de Mãe, a psicóloga Kênia Gondo respondeu as principais dúvidas das mães sobre os cuidados que precisam ter para preservar a saúde mental A pandemia e o isolamento social agravaram um problema muito comum entre as mulheres que precisam se desdobrar em várias tarefas. Para as mães, esse stress prolongado se reflete na falta de paciência com os filhos, irritação e até a prostração. É nesse contexto que a depressão encontra uma porta aberta. Por isso, especialmente nesse período de pandemia, cuidar da saúde mental com maior responsabilidade e atenção virou uma prioridade.


Os transtornos mentais ainda hoje em pleno século 21, são vistos como uma doença menor por boa parte da sociedade. Especialmente, naquelas famílias onde o preconceito e o machismo estão muito presentes. Muitas mulheres acabam por sofrer caladas e não buscam tratamento adequado, agravando um quadro que poderia ser tratado e que pode levar a problermas sérios de depressão, síndrome do pânico e transtornos de ansiedade, problemas mentais que aumentaram muito nessa quarentena.


Nas grávidas a soma desses fatores causados estão levando a problemas físicos com a gravidez de risco ou partos complicados, histórico de psicopatologia, depressão pós-parto.


Num momento em que além da crise sanitária, enfrentamos uma grave crise financeira, os fatores estressantes contribuem para tornar crônico os transtornos mentais. Entenda-se por fatores estressantes, as questões que causam desequilíbrio nas relações sociais. Como desemprego, má relação com os parentes, falta de apoio familiar, ausência de amigos, conflitos com o parceiro, autoimagem negativa, maternidade precoce, separação conjugal, abuso psicológico, agressão, luto, entre outros.


Imagine todos esses fatores concentrados na mulher que trabalha e tem a responsabilidade de cuidar da casa e dos filhos (Nas pesquisas do IBGE, a mulher já aparece como principal chefe da maioria das famílias). Recentemente, uma levantamento mostrou que cerca de 20% das mães em países em desenvolvimento, inclusive o Brasil, experimentam a depressão pós-parto. Aqui no Brasil, esse número é cada vez mais preocupante porque cerca de 15,6% durante a gravidez e 19,8% após o processo de gravidez sofrem com problemas que afetam sua saúde mental.


De acordo com a Kênia Gondo, tratar essa depressão das mães possibilita um avanço no desenvolvimento do recém-nascido e reduz a probabilidade de desnutrição e o desencadeamento de quadros psicopatológicos na vida da criança. O tratamento é importante porque, quando não tratada, ela pode prejudicar o vínculo mãe-bebê, a amamentação e o cuidado infantil, ocasionando ainda, problemas familiares e predispõe quadros psiquiátricos sérios.

Outros post sobre depressão, ansiedade, gravidez e pandemia:

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