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Saiba mais sobre as novas variantes e os cuidados contra a COVID-19

A infectologista, Márcia Pinto, falou sobre os cuidados que devemos tomar com as novas formas do vírus em entrevista ao Programa Vida Melhor, da Rede Vida


Imagens: Internet

As novas cepas do novo coronavírus, tem se tornado motivo de preocupação dos pesquisadores da doença no mundo todo. Já foram identificadas novas variantes no Reino Unido e África, mas é no Brasil que essas variações estão surgindo com mais intensidade e, algumas, já foram encontradas em várias países. Esse é um dos motivos que tem levado às restrições de brasileiros pelo mundo com a proibição de entrada ou exigência de quarentena. A infectologista Márcia Pinto, deu detalhes importantes sobre o tema, em sua participação no Programa Vida Melhor, da Rede Vida. A especialista integra a Plataforma Digital Missão Covid, que desde o início da pandemia faz a triagem on-line de casos para ajudar a diminuir a sobrecarga de atendimentos nas unidades de emergência.


Durante a entrevista, Marcia Pinto falou que o processo de mutação de um vírus é natural e esperado. De acordo com a infectologista, vírus e bactérias possuem mecanismos de modificações constantes, então eles sofrem mutações."O vírus da COVID-19 tem diversas variantes e todas elas são preocupantes, pois, elas atuam na estrutura do vírus, onde ele vai se ligar na célula ou onde os anticorpos se ligam a ele. Nos preocupamos muito pela questão dos anticorpos induzidos pelas vacinas não funcionarem e que essas mutações levem a uma maior transmissão da doença”, afirmou.


O que dizem os estudos sobre as variantes da COVID-19?


A covid é uma doença que tem um espectro muito amplo de variação como, por exemplo, um espectro clínico. Um doente pode ter apenas um espirro, um pouco de dor de cabeça ou ele pode ir até um quadro de insuficiência respiratória. Sem falar que ele pode ter o vírus, sem manifestar o sintoma.


Os estudos já indicaram a presença de vários tipos de variantes da Covid no Brasil. A principal delas é a variante P1, que surgiu no Amazonas com uma capacidade maior de transmissão e já se espalhou por todo o país. Mas, segundo a infectologista, as duas vacinas - Oxford e a Coronavac- que já estão sendo usadas na campanha de imunização, em todo o território nacional, não foram influenciadas pelas novas variantes." Existem publicações mostrando que não houve grandes alterações na atuação das vacinas em relação a essas variantes, mas são apenas estudos iniciais", explica.


A infectologista explica a matemática da Pandemia no país, "hoje temos um número grande de pessoas infectadas. Então, mesmo que um pequeno percentual vá ter a doença grave. Ainda será um número grande de casos, com um grande número de óbitos e uma enorme necessidade de hospitalização".


Qual é o período de infecção?

A pessoa infectada, mesmo que assintomática, pode transmitir a COVID-19 para outras pessoas durante 10 dias, a contar da data do primeiro sintoma. "Quem tem um quadro mais exuberante,, terá que ter um tempo de isolamento que levar até 14 dias. Já nas pessoas que têm algum tipo de imunodeficiência, a transmissão pode ocorrer em até 20 dias”, explica


Dicas e prevenções


A infectologista reforça que só com vacina e seguindo os cuidados básicos de distanciamento conseguiremos reduzir os níveis de infecção:


- Usar máscara sempre

- Higienizar os alimentos

- Higienizar as mãos antes de tocar nariz, boca e olhos

- Higienizar objetos dentro de casa onde as pessoas sempre pegam


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