Esfoliação: como, quando e por que fazer, mesmo no inverno?

 

Antes de partir para a ação, no entanto, é bom saber que a prática pode variar de acordo com o tipo e textura da pele.

 

 

 

Lição de casa: faça uma forcinha e tente recordar sobre as suas aulas de biologia, lá na época do colégio. Ok, vamos ser mais específicas. Tente se lembrar dos ensinamentos sobre as estruturas da pele, também conhecida como o maior órgão do corpo humano.

Lembrou? Se a memória ainda estiver tinindo por aí, você deve saber que a nossa pele é formada por duas camadas principais: a derme, mais interna, e a epiderme, a externa, que fica totalmente exposta e acaba sofrendo algumas consequências, devido aos impactos do clima, da poluição, do nosso estilo de vida…

 

 

Como explica a esteticista Iris de Melo, que atua na Clínica Dermatológica Juliana Neiva, a epiderme, por ser a camada mais superficial da pele, possui células mortas como parte de sua estrutura. O problema se dá quando essas células, se não renovadas naturalmente, passam a deixar a pele mais espessa, irritada, ressecada e com possibilidade de coceira (prurido).

Para que as células mortas sejam renovadas de maneira mais eficiente, então, entra o processo de esfoliação, que consiste na aplicação de cremes ou sabonetes com pequenos grãos em sua fórmula. Ela pode ser feita tanto em casa quanto no consultório médico mas, para dar certo, é necessário que apenas produtos correspondentes às necessidades de sua pele sejam utilizados.

 

Todo mundo pode esfoliar a pele?

Não. Antes de mais nada, tenha em mente que a esfoliação não foi feita para todo mundo. Em pessoas de pele supersensível ou seca, por exemplo, ela pode atuar de maneira agressiva e até mesmo ser prejudicial, removendo as camadas protetoras do tecido.

De acordo com Cristiano Kakihara, dermatologista na Clínica Kakihara e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a esfoliação é importante, mesmo, para pessoas de pele acneica, oleosa ou que sofrem com a queratose pilar (aquelas “bolinhas” pequenas e durinhas, que surgem onde nascem os pelos e costumam deixar a pele de braços e pernas mais áspera).

Por isso, na dúvida sobre qual a sua questão, em vez de partir logo para os esfoliantes, o melhor mesmo é consultar um dermatologista e saber quais as necessidades reais da sua pele:

“Pessoas que não tenham essas doenças não precisam fazer esfoliação, pois a própria pele tem ciclo próprio, fisiológico, de renovação celular, e não devemos alterá-lo”, diz Cristiano.

 

 

Frequência

Caso você se enquadre na parcela da população brasileira que sofre com oleosidade, pele acneica ou queratose pilar, saiba que esfoliações devem, sim, ser realizadas, e isso independe da época do ano.

É que além de promover a renovação celular, seja no inverno ou no verão, esfoliar ajuda, também, a manter a pele hidratada, desde que combinada com a aplicação de cremes e ativos próprios para isso.

 

 

 

Quanto à frequência, para os que possuem acne mais grave ou a tal da queratose, Cristiano recomenda que as esfoliações sejam feitas com a periodicidade determinada pelo médico dermatologista. Ou seja, tudo varia de pessoa para pessoa, tendo como base a gravidade do problema.

Já quem tem pele oleosa e quer controlar a situação, pode apelar para as esfoliações semanais, a cada quinze dias ou até mensalmente – mais uma vez, tudo depende do grau de oleosidade com o qual aquela pessoa sofre.

Iris propõe, nesse caso, esfoliações semanais – quando feitas no rosto -, e de uma a duas vezes no mesmo mês, para o corpo. Em consultórios ou clínicas específicas, o processo pode ser realizado mensalmente.

 

 

Como esfoliar?

O melhor jeito de fazer a esfoliação é de forma suave, com movimentos circulares e um pouquinho de pressão nos dedos. Lembre-se de que a escolha do esfoliante tem de corresponder ao seu tipo de pele, para não deixá-la ressecada.

Só será possível saber qual o melhor produto para você ao consultar um especialista, mas Cristiano prescreve aqueles de procedência confiável, prontos ou manipulados, que contenham substâncias consagradas, como ácido salicílico, glicólico, alfa-hidroxi-ácidos e ácido mandélico.

 

 

Veja a matéria publicada pelo site Vila Mulher UOL. 

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